
Regrets a parte, cheguei bem perdida em Amsterdam. Uma passada básica no Tourist Office e pela primeira vez paguei por um mapa da cidade. Um roubo! Mais tarde descobri que poderia ter pego de graça no hostel.
Anyway, tomei um tram (trólebus) em direção ao hostel. Não tinha moedas suficientes para pagar a passagem e pela primeira vez dei uma de pedinte na Europa: “Excuse me, by any chance, do you have 20 cents?”. Vexame! E o pior que a máquina nem aceitou minhas moedas. Conclusão, nem paguei. E com essa confusão toda já nem sabia onde eu estava. Desci no próximo ponto e por sorte, foi o certo. Munida com meu mega mapa de 2 euros fui apresentada a hospitalidade in English dos holandeses: “Do you need any help?” E foi assim que consegui chegar no meu hostel.
O resto foi só alegria e diversão. Conheci vários brasileiros e talvez por isso me senti em casa em Amsterdam.
Aluguei uma bicicleta vermelha com freio no pedal. Enfrentei a bagunça organizada do trânsito da cidade. Me perdi no Red Light District numa noite chuvosa. Fui perseguida por um argentino babaca. Fui salva por uma holandesa fofa. Conheci a liberdade vigiada de Amsterdam. Encontrei gente muito louca e feliz. Vi plantinhas aveludadas e incrivelmente verdes!
Pena que as tulipas florescem só até começo de Maio...
Next stop: Berlin (dessa vez fui de ônibus!).











